07
jun

No início do mês de maio, Luan Santana esteve em uma oficina de motos antigas da marca Harley Davidson em São Paulo capital para conceder entrevista à revista Playboy.


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Com um visual totalmente retrô, que conta como identidade visual de seu novo trabalho, “Acústico”, que busca promover músicas românticas intimistas, tudo no clima dos anos 50 e 60, época de ouro da música, Luan Santana falou sobre diversos assuntos, inclusive sobre a sua sexualidade, que foi totalmente questionada no começo de sua carreira.

Luan Santana

O cantor que deu cara nova para a música sertaneja com a canção Meteoro, fala sobre seu novo álbum, o cabelo arrepiado, a calça apertada, a fama de gay, as mulheres que pegou e o aquário de calcinhas que guarda em seu escritório.

P: No Brasil, nego fica famoso e é chamado de gay. Por que a imprensa insiste nesse assunto com você?
Luan: Acontecia mais no começo da minha carreira, e me incomodava muito. Acho que por eu ser muito novo, pentear o cabelo diferente, por usar umas roupas mais descoladas. Todos os outros sertanejos usavam bota, camisa e chapéu, e eu vinha com o cabelinho arrepiado, jeito meio roqueiro de vestir. E a imprensa sabe que o que deixa um homem furioso é ser chamado de gay.

P: Como você reagia?
Luan: Eu sofria sozinho, não dividia esse problema com ninguém. Ficava acordado de madrugada pesquisando o meu nome no Google para ver se estavam falando [que era gay]. Esse foi meu erro. Não estava acostumado e ficava procurando chifre em cabeça de cavalo [risos]. Na verdade, eu sempre fui um cara muito difícil. Nunca fui muito de me abrir com as outras pessoas.

P: Nessa época, teve o lance do seu personal trainer, o Gutão, que viajava com você. Muita gente dizia que ele era seu namorado…
Luan: Outra bobagem! E, olha, ele também ficava mal com tudo isso. Mas passou. Hoje o Gutão abriu uma academia, vai casar, não está mais na minha equipe. Tenho agora um novo personal, o He-Man [grita para fora da sala]. Chega mais, He-man, vem dar um oi! [ risos]

P: Por que você decidiu ter um personal trainer o acompanhando nas turnês?
Luan: Eu só comia besteira, não fazia nenhuma atividade física e por isso estava sempre cansado. Subia no palco estava cansado, fazia tudo estava cansado. Um dia passei mal em um show. Foi no Festival de Verão de Salvador, isso em 2011 se não me engano. Tinha comido uma Lambreta [prato típico baiano com marisco e muito azeite] e passei muito mal. Deu piriri, sai vomitando do palco. Então eu decidi que precisava mudar. Faço academia nas cidades que visito, mas nunca tomei bomba, só suplementos. Com isso, minha vida sexual melhorou muito. Eu recomendo.

P: Você falou do jeito de se vestir. Uma coisa unânime entre os sertanejos são as calças apertadas, aquelas que chegam a dividir as bolinhas…
Luan: Hoje eu parei de usar tão apertadas, minha mãe até da uma apertadinha, mas é só. Antigamente eu chegava a usar bota com calça de mulher. O Fernandinho, do Fernando e Sorocaba, me passou a dica pra comprar o modelo feminino. Era apertado pra caralho! [risos] Mas eu nunca usei tão apertadas como as do Zezé [Di Camargo], que até as bolas apareciam. Deve doer muito. [risos]

P: Seu cabelo também é marca registrada. Tem algum produto que você usa para dar um trato especial?
Luan: Com o cabelo eu sou bem enjoado, viu? Uso óleo de hidratação, passo pomada. E nos shows, spray de fixação para ficar mais estático. No dia a dia deixo ele mais solto. Vou lançar um xampu e spray ainda esse ano.

P: Você tem um perfume lançado pela Jequiti. Usa quando vai sair com uma mulher?
Luan: [gargalhada] Claro eu eu uso! Você não usa, não? Deveria. Vou mandar uma caixa de você de presente, para conhecer. Eu tenho uma em casa, sempre passo um Jequitizinho antes de sair. Sou viciado em perfume. Aliás, fui eu que escolhi a fragrância do meu perfume, dei a direção, pedi para que fosse mais amadeirado e tal…

P: Lançar agora Luan Santana Acústico, um álbum ao vivo e acústico, não pode parecer preguiça?
Luan: Não. As coisas hoje estão muito rápidas, você não tem opção. Na época do Roberto Carlos, dava pra lançar um trabalho a cada dois anos, mas hoje o mercado pede que você lance algo novo a cada seis meses. Você tem de adivinhar o que fazer muito rapidamente, não tem mais uma referência de mercado. Surge um artista novo a cada momento. Tudo mudou.

P: Até sua música mudou?
Luan: Antes a crítica pegava no meu pé e me incomodava. Tá certo, no começo minhas músicas eram mais simples, refrões curtinhos, eu cantava coisas como Meteoro e Adrenalina. Mas o mundo vai mudando e hoje em dia busco falar mais de amor e com mais conteúdo. Não vejo mais as pessoas falando mal da minha música. Talvez falem, mas hoje eu estou muito mais seguro. Acho que não me importo.

P: Aos 24 anos, você tem um dos cachês mais altos do Brasil. Já pensou em parar de trabalhar?
Luan: Até poderia. Há oito anos faço uns 20 shows por mês. Penso em diminuir o ritmo, mas parar por outro lado, as pessoas continuam pedindo. Ainda não é a hora de parar.

P: Você tem um jatinho que vale 4 milhões de reais. O que mais compro de extravagante nesses anos todos?
Luan: O avião é da empresa que eu comando, não conto como meu, porque uso para trabalho. A única coisa que comprei, que talvez não precisasse, foi uma Ferrari 458 branca, um carro lindo. Paguei R$ 1,150 milhão nele. Antes da Ferrari, tinha um Porsche Boxster, um sonho meu de criança. Eu tinha uma miniatura dele quando era pequeno. Brincava e sempre dizia que iria ter um igualzinho quando crescer. Mas decidi trocar pela Ferrari.

P: Em 2010 rolou um boato de que você teria ficado com a ex-BBB Cacau Colucci. Com quantas capas da Playboy você já ficou?
Luan: Eu não fiquei com a Cacau, não! [risos] Mas já fiquei com um monte de capas. Deixa eu ver aqui… Foram seis! Mas a culpa é de vocês, que só colocam as mulheres mais lindas do Brasil nas capas.

P: Você não quer falar o nome de nenhuma, mas pode falar com qual capa da Playboy você gostaria de ter ficado e não ficou?
Luan: A playboy mais incrível que eu já vi é a da Karina Bacchi. Aquele piercing ali em baixo é coisa de louco. Fora a Gazi Massafera, que eu considero a mulher mais bonita do Brasil. Adoro mulher com cara de criança, sequinha, gostosinha com o peitinho na medida certa.

P: Além da Cacau, já colocaram na sua conta a Bruna Marquezine e a Anitta. Você chegou a ficar com alguma delas?
Luan: [Com um sorriso no canto da boca] Não tive nada sério com a Bruna. E a Anitta é uma amiga, nunca fiquei. Gosto da música e acabei de escrever uma canção para ela. Devemos nos encontrar na semana que vem. Com relação às cantoras, acho bonitas a Sandy, a Paula Fernandes e a Claudia Leitte.

Playboy: Saindo do universo das mulheres famosas, você já ficou com alguma fã?
Luan: Acho que já fiquei com fã, sim [Risos]. Mas falando sério, eu namorava com a Jade e terminei esses dias. E olha, vou te contar uma coisa: a maioria da fãs acha que vai se destacar se fazendo de difícil, não querendo ficar da primeira vez e tal. Mas é aí que não rola. Tem de ser de primeira né?

P: Elas costumam jogar calcinhas no palco?
Luan: Acontece o tempo todo! Até em programa de televisão. Tem umas que dá até pra ver que são usadas. [Risos] As fãs escrevem o nome, colocam o endereço do Instagram. o que eu mais ganho é calcinha e sutiã, até mais do que ursinho de pelúcia. Eu guardo todas, mesmo usadas. Tenho um aquário no meu escritório com umas 6 mil calcinhas, de todos os tamanhos. E também tem um galpão em Londrina onde guardo os outros presentes.

P: Como você perdeu a virgindade?
Luan: Foi em Campo grande, eu tinha 16 anos e ela 14. E foi na escada de um prédio! Pensa um “trem desconfortável” [Risos]

P: Sua irmã, a Bruna, começou a aparecer bastante na mídia. Você tem ciúmes dela?
Luan: Estão me perguntando direto sobre ela. A bruna que fazer um teste para Malhação, ser atriz, e eu estou ajudando. Mas eu não sou nada ciumento. Só a aconselho bastante porque ela tem apenas 20 anos, ainda não está preparada para a fama.

P: E você, pensa em seguir o exemplo dela e se tornar um ator?
Luan: Sim, adoraria. Tem uma novela da Globo no início do ano que vem que talvez eu faça. Estávamos conversando, mas eles não me falaram mais nada. Estou torcendo muito para que isso aconteça.

P: Já confundiram você com o Gusttavo Lima?
Luan: Não, claro que não! Eu sou pioneiro, fui o primeiro a tocar sozinho e ter sucesso, apesar de sempre querer ter uma dupla. Quando eu ia tocar nas rádios do interior, os programadores sempre perguntavam onde estava a minha dupla. Meu pai insistiu para que eu continuasse sozinho e acabaou dando certo. O Gusttavo veio dois anos depois e o Michel [Teló], três anos depois de eu ter começado. As pessoas confundiam eles comigo, isso sim. [risos]

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