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Blusa Abercrombie & Fitch, calça Hollister , tênis e cinto Vans. E o topete estilizado, claro. Luan Santana está na moda. Continua, na verdade. Quem acreditava que o sucesso Meteoro seria a maior expressão do jovem cantor (atualmente com 22 anos), se enganou. Desde 2009, quando a canção estourou no país, Luan emplacou vários outros hits, driblou as ferrenhas críticas e se manteve em voga. Tudo à custa de muito choro de adolescente. Tanto que, dividindo as atenções com o forró, invadiu o São João de Pernambuco: Luan se apresenta nesta segunda-feira (24) em Carpina (Mata Norte), e fechando os festejos juninos de Caruaru (Agreste), no próximo sábado (29).

Em entrevista ao Correio Braziliense/Diario, o artista falou sobre as fãs fervorosas e ignorou a torcida contra:

“Críticas sempre existem, mas procuro fazer o que eu gosto, evoluindo e trazendo o melhor para o meu público”.

A legião de admiradores segue extensa. No que depender da estudante Letícia Pereira, o artista campograndense está mal começando. “Virei fã após assistir ao show dele aqui em Brasília, em 2009. De lá para cá, fui em todas as apresentações com a minha mãe”, conta ela, que na época tinha apenas 9 anos. Luan não deve decepcioná-la. Quando perguntado sobre onde estará em 10 anos, ele não hesita: “Se Deus quiser, cantando! Fazendo música, que é o que eu mais gosto”, exclama, aos risos.

Letícia integra a intitulada “Família Luan Santana”, que reúne os seguidores mais fiéis: “Envolvo-me com tudo que acontece na vida dele. Sei as datas de aniversário da mãe, da irmã, dele. Só não me interessa a data da namorada”, brinca. Para acompanhar a carreira do astro, ela recorre primordialmente às redes sociais.

PROJETO

Antes de lançar o próximo DVD, que ele define como “ousado”, Luan acaba de soltar dois discos no mercado. O EP Te esperando traz quatro canções inéditas e chega às lojas disputado, graças à faixa-título, que já figura entre as mais pedidas nas rádios do país. Com preço mais acessível, o álbum pode ser encontrado por R$ 13 (média). Uma tática cada vez mais recorrente para competir com a pirataria.

As melhores até aqui, como o nome antecipa, agrega os grandes sucessos da ainda recente carreira do cantor, embora ele sempre lembre que “canta desde sempre”. Os dois trabalhos funcionam como preliminares para o DVD, que será registrado em São Paulo. “Estúdio é muito bom. Produzir, ver um sucesso nascendo. Mas confesso que o palco é meu lugar preferido. Não tem nada melhor do que os aplausos e a energia da plateia”, revela.

ENTREVISTA

Como definiria a fase atual do seu trabalho?
Estou dando o máximo no meu próximo projeto, um novo DVD, que será gravado em Itu, São Paulo, no dia 8 de julho. Se eu pudesse descrevê-lo em uma palavra, seria: ousado. Será um divisor de águas na minha carreira. Estou apostando muito e ansioso para viver o resultado de tanto trabalho e expectativa.

O sucesso te surpreende? Assusta? Tem tempo para vida social?
Me surpreende a cada dia. Às vezes assusta um pouco, mas foi tudo o que eu sempre quis. Faço o que eu gosto e não trocaria por nada. A gente sempre dá um jeito de ter uma vida social, não como uma pessoa comum, pois seria complicado. Mas vou ao cinema, em shows de artistas que gosto, saio com os amigos e curto minha a família, sempre que possível. Sou um cara feliz, que faz o que ama.

Como reage às críticas de que o seu apelo visual agrada mais (ou na mesma intensidade) que a música?
Canto desde que me entendo por gente. Sempre soube o que queria para mim. Áudio é muito mais que imagem. É o som o grande responsável por tocar o coração de uma pessoa com qualquer idade, sexo ou idoma, seja através de um CD, aparelho celular, aparelho do carro ou qualquer outro. E nada disso mostra o “visual”. É música!

O formato físico (CD, primordialmente) anda em decadência. Qual a fórmula para se manter em evidência?
Acho que o fã quer o CD na mão, físico. Não tem jeito. Mas o mercado tem se adaptado de acordo com o que o público, no geral, quer. O digital tem entrado com força no mercado. Está aí a grande aposta, muitos sucessos nascem da internet. A rede é uma máquina de novos talentos.

Adolescentes choram por você. Entende essa devoção? Sente-se um modelo de referência?
Não me sinto um modelo de referência. Sou ser humano, tenho defeitos e também erro. Eu respeito muito o amor de um fã. É puro e sincero. Ele só quer um abraço, um autógrafo, e é o mínimo que posso oferecer.

Fonte: Diário de Pernambuco

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